John Rico Master Blog


10/05/2009


Ela

Ela...

Eu olho pra foto dela...

E ela sorri...

Eu queria ter a habilidade pra falar com ela...

Eu queria que ela visse que somos iguais...

Mas ela não vê...

Ela nem me conhece...

E ela não quer conhecer...

Eu acho que ela nunca pensou que eu sentia algo por ela...

E acho que eu nunca pensei sentir...

Até ver ela nessa foto sorrindo...

Até meu coração bater mais forte quando ela fala comigo...

Até eu ver que ela é meu oposto...

Até eu ver que ela é igual à mim...

Até eu ver que tudo isso só funciona na minha imaginação...

E nunca sairá

N

   U

      N
          C

              A

Escrito por John Rico às 00h30
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31/03/2009


VAMOS BRINCAR DE RIMA!

O que que rima com abacate?
TOMATE!!!
O que que rima com tomate?
ACABATE!!!
O que que rima com abacate?
TOMATE!!!
O que que rima com tomate?
ACABATE!!!
O que que rima com abacate?
TOMATE!!!
O que que rima com tomate?
ACABATE!!!
O que que rima com abacate?
TOMATE!!!
O que que rima com tomate?
ACABATE!!!
O que que rima com abacate?
TOMATE!!!
O que que rima com tomate?
ACABATE!!!
O que que rima com abacate?
TOMATE!!!
O que que rima com tomate?
ACABATE!!!
O que que rima com abacate?
TOMATE!!!
O que que rima com tomate?
ACABATE!!!
O que que rima com abacate?
TOMATE!!!

E o que rima com os dois?
Sei lá, odeio brincar de rima comigo mesmo....

Escrito por John Rico às 14h47
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07/01/2009


Ser que me detesta.... ^^

Ser soberano da natureza selvagem
Que esconde seus dons
Esconde seus sentimentos
E suas emoções florescidas

Aquela que por única me pediu
Uma descrição então lhe foi dada
Ser de mil faces, mil olhos
De mil sorrisos
De mil facadas

Que sorri quando o momento lhe liberta
E logo reclusa chora
Solitária ao seu reflexo
Indescritível, mas descrita
Que numa sinfonia não pode ser ouvida
Senão por quem entende
O que se passa
Ou talvez nada há a entender

Aquela que é duas
Aquelas duas que são cem
Serena, apelido natureza
Mas no íntimo oculta e intocada
Que as palavras sejam sábias
Ou que não existam perante ela

Se algo que o poema não descreve
É por que o poeta desconhece
Ou lhe foi desconhecido
Musa que não inspira
Que a presença é tão detestada
Mas que as palavras vêm como de amiga
Querida e que de longe escreve
E também, como amiga amada

Escrito por John Rico às 13h37
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29/12/2008


Isso Nem Merece Título

Temos momentos
E todos os têm
Mas o que nem todos têm?

Caramba, como existem coisas...
Ou quantas coisas tem
Isso é irrelevante
Se notar-mos a desigualdade
Acho que não seria bem isso
Seria mais um... não importa

Quem somo? De onde viemos?
Último é primeiro?
E eu sou primeiro ou último?

Outros pensam diferente

Até que haja futuro
Mesmo com tudo e todos
Outros virão para comprovar
Reprovar e concordar

Nem todos entenderão
Ainda que haja os que sim
Outros dirão que não

Como seria isso?
Último virar primeiro?
Ratos serem feitos homens
Até que o momento chegue

Escrito por John Rico às 04h45
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08/12/2008


Cartas

Retire uma carta
Qualquer uma
Você não se importa mesmo
Se funcionará meu truque
O fato é que nunca saberá
Se não tirar uma carta

Olhe a carta
Pois sem saber nada lhe provarei
Sem ver antes o que a mim nunca chagará aos olhos
Veja e decore
Nunca se esqueça até o fim do truque

Não me deixe ver
Pois se eu ver sentirei pena
Será horrível não demonstrar
Então cuide bem desta carta
Sinta-a e não deixe que eu sinta

Coloque no maço
Virada para baixo, onde preferir
Você decide o que faz, é sua vida
É a sua carta
Pode ser mais em cima,
Ou talvez abaixo
No meio se a perfeição seguir

Agora espere
Tem coisas que só eu posso fazer
Não adianta, eu embaralharei
E este não é o segredo
Pois se fosse faria tudo
E nada mais faz que perder sua carta

Olhe a primeira carta
Não é a sua, estou lhe mostrando
Nunca foi, de onde tirei isso?
Do nada você diz,
Das estrelas eu respondo

Coloque a mão sobre o baralho
Lembre-se daquela cor,
Vermelha, preta, de A à K
A escolha tinha sido sua, nada farei
Então se surpreenda com o final

Olhe a carta de cima
Espere, olhe agora, é sua
Aquela que você sempre pensou
E foi lida e retirada do maço
Sem qualquer problema
Sem complicação
Só mais uma carta no baralho
Só mais uma vida no meu coração

Escrito por John Rico às 14h27
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03/11/2008


Como explicar o inexplicável?

Assim como diferenciar
Asilo, cárcere, envoltório
Libertar-se-emos de tudo e toda a volta
De toda a redoma que nos prende
E amemos como se fosse a última vez
Pois ainda somos o que sempre fomos
Mesmo que agora diferente
Ainda sentimos, ainda cheiramos
Mesmo que agora outra pessoa
Ato, Miragem
Por que negar?
Porque?
Por quê?
Porquê?

Sintamos a brisa gélida do inverno que se vai
Cheiramos das rosas, amaciamos as crisálidas
Sentimos o sentimento que aos poucos se esvai

Se algum dia de mim esqueceres
Te lembrarás
Se algum dia me esquecer
Nunca, direi e lembrarei de você
Pois o esquecimento é a chaga vital
Aquela que destrói, mas que fortifica
Que não sejamos esquecidos um ao outro
Que não sintamos as dores da separação
Que dure, enquanto durar
E fique enquanto parecer

E que se danem os que sabem
Que apontam
Que caluniam
Pois eu pouco me importo com eles
Só precisamos um do outro
Só precisamos disso para viver
Nem disso, diria eu, mas sim
Você também não dirá

E que sintamos
Felizes, triste, alegres
Juntos o que antes era de cada um
Ou nos separemos,
Tristes, felizes, emocionados
A separação que se instala

Escrito por John Rico às 19h02
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10/10/2008


Afinal, nome pega?

Vejam só, John Rico resolveu retornar ao início e escrever crônicas novamente!



Bom, hoje eu começo pela popularidade de autores... Sim, pois veja só, hoje em dia o nome está sendo muito mais levado em conta do que o conteúdo.
Lá esta Carlos Drummond de Andrade sem nada pra escrever, cansado de ter que inventar poemas. Ele olha pra rua e vê um carro parado e escreve: "Stop. A vida parou ou foi o automóvel?"

Pronto, está feito o sucesso, milhões de livros vendidos, de poemas lidos, fãs enlouquecidas cortejando à este gênio da poesia moderna. Ele merece um prêmio, não o melhor dos prêmios! Ele conseguiu fazer de uma palavra estrangeira, dois substantivos simples, dois artigos definidos e uma conjunção um clássico!!! Uniu duas frases sem graça e sem sentido, concebidas em uma tarde monótona e fez uma poema repetido em diversas escolas do brasil e do mundo e para ele até um termo foi desenvolvido, "poemas-pílula", que seria empregado em todos os poemas curtinhos de um ou dois versos.

Maravilhoso, grandioso? Claro, era Drummond!

John Rico se acorda, levanta e vai escovar os dentes, olha para o espelho e vê um adolescente que tende à negar o passado. Pensa um pouco, se arruma para a escola e no meio do caminho vê um carro passando... pensa em como seria uma continuação ao famoso poema que fora estudado na aula anterior. John olha para um carro e recita: "Stop disse Drummond/Agora start the life/Ou foi o carro que andou?"

Veja, eu usei quatro palavras estrangeiras, um nome próprio, três verbos, um artigo, uma conjunção e um adverbio. Usei quase o dobro do que Drummond, mas o que eu ganhei com isso? Publico isso nesse blog para meia dúzia de leitores que dirão: "Ei! Estás copiando Drummond!" Ou mandar para um jornal sensacionalista que publicará talvez uma nota de rodapé com meu poema.
O caso é que eu não sou Drummond, se eu tivesse alguma ligação sangüínea, talvez, mas como não tenho meu destino é padecer escrevendo poemas que ninguém lê. E se lê diz que é "coisa de novato".

Então pessoal, o segredo é, se você não for conhecido, mude seu nome! Claro, você deve estar pensando que é difícil. Diga que você é um escritor fracassado e que se tivesse um nome diferente seria muito útil para a literatura pós-modernista, você terá mais ou menos a mesma probabilidade de um dado com cem faces pender à um numero par menor de vinte. E isso é uma grande chance. Claro que você também pode escrever em um blog com um pseudônimo estúpido rezando para que algum dia um Veríssimo da vida lhe encontre e diga que você tem potencial para desbancar uma coletiva de nerds estúpidos...
Bom ou mau, sei lá, mas que você via ter história para contar você vai...


Essa é mais uma crônica de John Rico Master, se leu comente, se não leu... leia e depois comente! Até mais galera!!!

Escrito por John Rico às 20h33
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19/09/2008


Cansaço

Parada
Freio
Stop
Até escrever se torna
Difícil
Árduo
Idéias vagando, voando
Não sinto o corpo
A mente me some
Tudo junto, separado
Olhos pesam, boca fecha
Dedos parecem pedras
E a caneta
Roxa
Violeta
Rabisca a folha em versos sem rima
Risca o branco limpo
Pessoas falam, não ouço
Não penso
A caneta quase se solta
Dedos pressionam
"Substantivas não tem vírgula"
O que isso importa agora?
Só restaram adverbiais
Temporais
Concessivas
Causais
Relógio, me responda
Quando isso vai acabar?
Quando? Nunca me perguntas
Até a sirene soar
Até a vontade voltar
Mas muito falta, senhor do tempo
Espera
Sentado
Escreve
Não para se for o tempo
Se as horas se fizerem vãs
Espera que a hora vem
Ou sente que o poema
Tem fim
Acaba
Termina
Assim que as letras fugirem
A tinta secar
A mente parar
E a folha terminar
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Esse poema foi escrito no meio de uma aula de português extremamente cansativa... Se você se sentir cansado ao ler, este foi meu objetivo, que o leitor se sinta como me sentia ao escrever estes versos tão sem sentido...

Escrito por John Rico às 14h18
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12/09/2008


Libertinagem

Quem me dera ser livre
Para voar e viver nas alturas
Para cantar e dançar sem sensura
Para estar sempre com você

Liberdade que me tira as algemas
Largaria prazer e conforto
Largaria vontade e consolo
Para estar sempre ao lado de você

Pois se dura mais um dia
Durará mais um ano
Durará mais um século
Pra sempre se a liberdade permitir

Liberdade essa que sacrifiquei
Para não magoar o sentimento
Não poder voar com o vento
Mas ser livre com você
No pensamento...

Escrito por John Rico às 22h41
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01/09/2008


Para mudar o mundo...

Pense em algo;
Começe pensando no que fazer
Como fazer
Se é bom fazer
E principalmente no que fazer novamente

Pergunte;
Pois a pergunta indaga a vida
Algumas vezes uma pergunta informa mais que a resposta
Algumas vezes uma indagação é a origem de um pensamento

Pense;
Pois pensar vai fazer você compreender
Que mesmo perguntando ainda é necessária a resposta
Mesmo que essa não seja necessariamente o que você pensou
E pense no que fazer novamente
Pois sem pensar nada se concretiza

Responda;
Não espere que os outros respondam
Responda suas próprias indagações
Responda aos outros, responda à si mesmo
E se não souber descubra, aprenda
Para responder o que quiser

Pense;
Você já perguntou
Você já respondeu
Você só precisa começar
Pense em como começar
Mas nãos e esqueça
Pense no que fazer
Pois se não pensar, nada começará

Começe;
Inicie a viagem
Saia por um tempo
Esqueça os problemas
Tente agir pelo menos uma vez sem pensar que tem prova amanhã
Sem pensar que as pessoas não vão gostar
Somente faça o que quer fazer

Pense;
Pense se não foi bom
Se não merece ser repetido
Se não foi o suficiente
Para recuperar o que você perdeu
Ou o que você nunca teve

A liberdade de pensamento.
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Algumas pessoas querem mudar o mundo, então se lançam ao infinito sem pensar. O pensamento é a mais importante etapa do aprendizado e da mudança. Devemos pensar antes de cada etapa e ao término de cada passo para termos certeza que é isso o que desejamos ao nosso futuro.

Escrito por John Rico às 14h52
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22/08/2008


A Bola que Vaga

Sendo o que não se é
Eu vago
Rumo ao infinito
Eu vago
Eles vem de novo
Todos eles
E eu vago
O trem que se passa
Leva tudo que passou
E vago, não mais
Vago é o coração
Que bate forte sem pressão
Vago, mas vago assim
Sem perder
Sem ganhar
Como o trem que já se foi
Vago é o vagão
Onde vago sozinho na solidão
Que vaga
Vaga
E some na escuridão.


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Esse poema eu fiz na sala de aula enquanto uma colega minha tentava roubar minha atenção para o trabalho de Sociologia. Bem, ela não consiguiu e inclusive foi ela quem deu o título... ^^

Escrito por John Rico às 14h10
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13/08/2008


Que título isso merece?

Meu amor é diferente
Ele não é um amor normal
Meu amor arrebeta a alma
Meu amor destrói o mundo
Meu amor me dá moral

Eu amo o que todos odeiam
E odeio o que todos amam
Alguns compartilham meu amor
Outros não entendem meu ódio
Mas a rima feita com rancor
Sempre reage ao efeito do ócio

Amo a morte, amo a dor
Pois se ela não amasse
E ela não sentisse
Não amaria o sofredor
Nem tampouco seria destruidor

Se eu fizer algo errado, não chorem
Lembrem-se que um dia eu sorri
Que um dia eu fui alegre
Porque meu corpo está desligando
Está na hora de partir

Partir palavra triste
Mas tristeza agora eu amo
Tentei conviver com amigos
Dos quais me lembro um tanto
Pois eles se perderam no abismo

Sabem, morrer não é tão mal
A chance voltará
Mas a morte em vão é infeliz
Como um simples chafariz
Que reabre seu futuro

O louco incerto de antes
Está certo que o fim vai chegar
A preparação está preparada
E o necessário será feito
O errado será também

Não sintam pena de mim
Eu sou o errado da história
Por isso vou encerrar tudo
Por cima, levando a glória
De ser um rebelde sem calças...

Escrito por John Rico às 18h31
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02/08/2008


O Pássaro Libertador

Voe, voe meu maravilhoso ser aládo
Faça expandir suas asas e mostre
Que o nunca virá sempre naquele lugar
No fim do arco-íris onde tudo começou

Voe, voe para lá e rápido
Para que o vôo lhe lembre de onde saiu
Para que as chamas do caminho lhe tragam notícias
Sobre as pedras que te livraste no passado longínquo

Voe, voe sonho de brandura
Voe com a consciência
De que quando chegares haverá um outro amanha
Diferente do hoje que ontem fora

Que havera um outro sentido para a vida
Para a dor
Para a alma
Para o mundo
Para você

Voe, voce doce passarinho
Se liberte da carne
Voe mais alto que os céus
Voe para o infinito
Voe para o monte infindável

Voa meu querido
Voa como se nunca fosse pousar
Voa pensamento
Traga-me o que eu amo
Escreva-me o que eu sinto

Escrito por John Rico às 01h16
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23/07/2008


Poema do Sopro de Vento

Amizades vem e vão
Como numa chuva de verão
Quando se pensa ter um amigo
Ele se vai com um sopro de vento;

Muitos você guarda consigo
Poucos conseguem fugir
As vezes temos um grande amigo
E ele se vai com um sopro de vento;

Eu te conheci e ainda sei
Que o mais belo encontrei
E você saiu consigo
E se foi com um sopro de vento;

Mas algo você deixou
E isso devo a você
Um dia você saberá o porquê
Toda vez que me sento
Lembro daquela menina
Que não se foi com um sopro de vento;

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Esse poema eu escrevi para uma grande amiga que se foi. Ela pode ter ido com o vento, mas sempre estará no meu coração

Escrito por John Rico às 18h32
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11/07/2008


SEGMENTO

PALAVRA
PALAVRAS
LAVRAS
LAVRAR
LIVRAR
ALIVIAR
ALIVIAS
ALIVIOS
ALIVIO
LIVRO
LIVROS
LIVRES
LIBRAS
LIBRA
LIVRA
LEVAS
LEIAS
LEIA
CEIA
SEITA
CEIFA
CIFRA
SURFA
SAFRA
SOFRE
SOBRE
SOBE
SOPÉ
SOPA
SAPA
SAPÃO
SAPATO
PATO
PARTO
PRATO
CRAVO
PROVA
PROVAO
PROVADA
PROVAÇÃO
DEPRAVAÇÃO
PALAVRÃO
PALAVRA

Escrito por John Rico às 14h57
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Histórico